A tua poesia é uma senzala de poemas
onde soubeste expôr o sentir felinoda negritude Índica.
Os teus versos são escravos da verdade
que corrói a rubra seiva das savanas
em gritos de revolta.
Teu lúcido pensamento de pés descalços
continua progenitor dos trovadores
com memória de ti.
Tua brevíssima obra de pranto e lágrimas
deixa em nós o teu eterno respirar
Kanimambo poetisa.
Poema extraído do meu livro POETAS QUE SOU - Lua de Marfim - 2013




