Pé no chão duro, pé na lama
menino grande não reclama
e assim vai direito à escola
sem sapatinho ou sapatilha
muito quilómetro palmilha
com os livros numa sacola
Menino grande é só menino
alto p'rá idade o pequenino
já conhece a dura realidade
só sabe caminhar descalço
evitando dar passo em falso
menino adulto para a idade
Menino grande é só criança
é pobre mas tem esperança
que tudo ainda vai melhorar
acredita que chegará o dia
em que conhecerá a alegria
de ter sapatos para o calçar
Um dos cinco poemas da minha participação na antologia POR UM SORRISO, cujas receitas da venda revertem para a instituição social AJUDA DE BERÇO.
sábado, 2 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Familia feliz
Se as provas fossem necessárias
Aqui estou eu para vos mostrar
No meu despretencioso versejar
Algumas pessoas extraordinárias
Por nada em troca são solidárias
Basta um sorriso para as alegrar
E deram tudo o que podiam dar
Pessoas reais em todas as áreas
Por existirem o mundo enriquece
Por serem como são, rico eu sou
E na riqueza da amizade sou fiel
Quem tem memória não esquece
A familia que tão bem me tratou
Jorge, Carmen, Ricardo e Samuel
Beijos e abraços lusos para os Alpes
Aqui estou eu para vos mostrar
No meu despretencioso versejar
Algumas pessoas extraordinárias
Por nada em troca são solidárias
Basta um sorriso para as alegrar
E deram tudo o que podiam dar
Pessoas reais em todas as áreas
Por existirem o mundo enriquece
Por serem como são, rico eu sou
E na riqueza da amizade sou fiel
Quem tem memória não esquece
A familia que tão bem me tratou
Jorge, Carmen, Ricardo e Samuel
Beijos e abraços lusos para os Alpes
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Brincadeiras
Sob um céu azul de encanto
entre palhaçada e brincadeira
voam os sonhos dos meninos.
Mágicos feitiços e espanto
entre correrias sem canseira
fazem-se gente, os pequeninos.
Com pós de prlim pim pim
e fértil imaginação infantil
há amigos de faz-de-conta.
Um unicórnio branco-marfim
corre em vastos prados de anil
e é o herói-petiz que o monta.
Elas Princesas e eles Reis
num reino realmente fugaz
governam a infância a sorrir.
Cavalgam em nobres corcéis
todo o dia, sem perder gás
desde manhã até à hora de dormir.
IN - POR UM SORRISO (ANTOLOGIA) - TEMAS ORIGINAIS
Este é um dos cinco poemas que fiz para esta antologia cujas vendas revertem para a AJUDA DE BERÇO, uma instituição que trata de crianças desfavorecidas.
entre palhaçada e brincadeira
voam os sonhos dos meninos.
Mágicos feitiços e espanto
entre correrias sem canseira
fazem-se gente, os pequeninos.
Com pós de prlim pim pim
e fértil imaginação infantil
há amigos de faz-de-conta.
Um unicórnio branco-marfim
corre em vastos prados de anil
e é o herói-petiz que o monta.
Elas Princesas e eles Reis
num reino realmente fugaz
governam a infância a sorrir.
Cavalgam em nobres corcéis
todo o dia, sem perder gás
desde manhã até à hora de dormir.
IN - POR UM SORRISO (ANTOLOGIA) - TEMAS ORIGINAIS
Este é um dos cinco poemas que fiz para esta antologia cujas vendas revertem para a AJUDA DE BERÇO, uma instituição que trata de crianças desfavorecidas.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Calo-me
Pela boca é que morre o peixe
e aos poucos eu vou morrendo
pelas palavras que vou dizendo
sem que a minha boca se feche
Sou impulsivo, tenho meus dias
nem sempre sei ser ponderado
nunca soube como ficar calado
por falar assim quebro magias
Cala-te boca que és imprudente
apenas falas para dizer asneiras
eu sou quem mais fica a perder
Abre-te ó boca, apenas e somente
não para dizer essas baboseiras
mas só coisas que mereço dizer
in... APRENDIZ DE POETA - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
e aos poucos eu vou morrendo
pelas palavras que vou dizendo
sem que a minha boca se feche
Sou impulsivo, tenho meus dias
nem sempre sei ser ponderado
nunca soube como ficar calado
por falar assim quebro magias
Cala-te boca que és imprudente
apenas falas para dizer asneiras
eu sou quem mais fica a perder
Abre-te ó boca, apenas e somente
não para dizer essas baboseiras
mas só coisas que mereço dizer
in... APRENDIZ DE POETA - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Descarrilamento
Estou neste comboio desgovernado
Não existem estações ou apeadeiros
O meu troço parece ter terminado
Por falta de mão de obra, pioneiros
Enfrento nesta jornada vertiginosa
Os receios de uma vida de solidão
Não vislumbro via mais tortuosa
Para descarrilar este pobre coração
Tento parar esta marcha frenética
Mas não encontro um único freio
Resta-me preparar para o embate
Não consigo distinguir a sinalética
Quero parar mas não encontro meio
Logo, logo, fico fora deste combate
in... - APRENDIZ DE POETA - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
Não existem estações ou apeadeiros
O meu troço parece ter terminado
Por falta de mão de obra, pioneiros
Enfrento nesta jornada vertiginosa
Os receios de uma vida de solidão
Não vislumbro via mais tortuosa
Para descarrilar este pobre coração
Tento parar esta marcha frenética
Mas não encontro um único freio
Resta-me preparar para o embate
Não consigo distinguir a sinalética
Quero parar mas não encontro meio
Logo, logo, fico fora deste combate
in... - APRENDIZ DE POETA - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
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