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quinta-feira, 24 de setembro de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
sábado, 13 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A MINHA FORMA DE AMAR
Amo
no momento e em toda a vida.
Amo
no passado, no presente, no futuro
Amo
no início e no fim.
Amo
na tristeza e alegria
Na
verdade e na mentira.
Amo
no branco, no preto, no cinzento
Amo
colorido e incolor.
Amo
opaco, baço, inodoro
Amo
na audição e no mutismo.
Amo
na presença, na distância
No
aconchego e na ausência.
Amo
nas horas, minutos e segundos
Dias,
semanas, meses e anos
Amo
no nunca e na eternidade.
Amo
no sim, amo no não
Amo
também no talvez
Na
dúvida e na certeza
Na
utopia e no dogma
Amo
em alfa e em ómega
Analfabeto
e erudito.
Amo
na escassez e abundância
Amo
muito com pouco
Amo
tudo com nada.
Amo
pelo simples facto de amar.
Mas
o meu amor não é correspondido
Porque
talvez
Não
se deva amar assim.
POEMA EXTRAÍDO DO MEU SEGUNDO LIVRO APRENDIZ DE POETA - TEMAS ORIGINAIS 2010
segunda-feira, 27 de maio de 2013
AUDAZ FANTASIA
Deitado
neste mar de golfinhos
deixo-me
embalar pela maré do pensamentoe tento descortinar lá bem no alto
junto das estrelas mais cintilantes
os contornos do teu rosto
que um dia pintei no céu.
Em cada astro vejo o brilho dos teus olhos
(aquele olhar meigo e terno)
que me fez voltar a acreditar.
Cada letra do teu nome é uma constelação
e juntas sussurram-me o teu sorriso
como se nada mais existisse de ti.
Fecho os olhos
e como num golpe de magia
materializas-te e sinto-te em mim
de forma tão intensa e verdadeira
que todo o meu corpo estremece.
Neste momento (mero instante)
faz-se luz na minha consciência
e perante a ausência da tua voz
descobro as palavras que calei.
O silêncio é absoluto e dói.
Abro os olhos e procuro-te
na esperança de não te perder
mas a realidade é bem diferente
e esbofeteia-me sem piedade
como se pretendesse dizer-me
que o amor na minha vida
nada mais é que uma audaz fantasia!
Este poema foi escrito para participação no I Concurso de poesia AlenCriativos, subordinado ao tema AUDAZ FANTASIA, e selecionado para a antologia com o mesmo nome. Por cada livro vendido, 2€ revertem para a associação de cariz social Mithós - Movimento de Apoio à Multideficiência.
terça-feira, 16 de abril de 2013
BICICLETA (inédito)
Foram muitos anos sem andar de bicicleta
porque as feridas de uma queda grave
apesar de terem sarado deixaram marcas.
Foram muitos anos a ver outras bicicletas
mas quando lhes tocava o medo ressurgia
e as pedaladas que elas pediam, não dava.
Até ao dia em que avistei uma bicicleta
que de tão encantadora me reacendeu
a vontade de voltar a pedalar estrada fora.
Coloquei todo o medo atrás das costas
e como ninguém esquece como se pedala
voltei a ser feliz pedalando uma bicicleta.
Mas um dia um dos pés saiu dos pedais
voltei a cair e a bicicleta ficou estragada.
Apesar dos danos, tentei voltar a pedalar
aquela bicicleta que tanto me encantou
mas os estragos que ela tinha eram muitos
e eu já não conseguia pedalar a direito.
Com amor, carinho e alguma devoção
arranjei a bicicleta, ela ficou como nova
mas a vontade de pedalar já tinha prescrito
e nunca mais quis pedalar aquela bicicleta.
porque as feridas de uma queda grave
apesar de terem sarado deixaram marcas.
Foram muitos anos a ver outras bicicletas
mas quando lhes tocava o medo ressurgia
e as pedaladas que elas pediam, não dava.
Até ao dia em que avistei uma bicicleta
que de tão encantadora me reacendeu
a vontade de voltar a pedalar estrada fora.
Coloquei todo o medo atrás das costas
e como ninguém esquece como se pedala
voltei a ser feliz pedalando uma bicicleta.
Mas um dia um dos pés saiu dos pedais
voltei a cair e a bicicleta ficou estragada.
Apesar dos danos, tentei voltar a pedalar
aquela bicicleta que tanto me encantou
mas os estragos que ela tinha eram muitos
e eu já não conseguia pedalar a direito.
Com amor, carinho e alguma devoção
arranjei a bicicleta, ela ficou como nova
mas a vontade de pedalar já tinha prescrito
e nunca mais quis pedalar aquela bicicleta.
terça-feira, 26 de março de 2013
No silêncio das estrelas (inédito)
No silêncio que as estrelas proporcionam
encontrei, abertas, as portas do pensamento.
Deixei, ingenuamente, que a ilusão caminhasse
sem conseguir travar os seus passos.
Fui escravo da sua vontade.
Agrilhoado pela falta de realismo
fui transportado pela esperança vã
de, algures pelo caminho, te encontrar
e finalmente poder dizer
todas as palavras que me queimam o peito.
Queria, uma vez na vida, ser audaz
gritar, a plenos pulmões, a dor da alma
e assim secar a fantasia destas lágrimas
que, mortas à nascença, eu não soube chorar.
Queria, pelo menos uma vez,
dizer bem alto que sou teu prisioneiro
e que sonho a chegada do momento
em que, de olhos bem abertos,
saberei como te oferecer
a suprema prova de amor.
encontrei, abertas, as portas do pensamento.
Deixei, ingenuamente, que a ilusão caminhasse
sem conseguir travar os seus passos.
Fui escravo da sua vontade.
Agrilhoado pela falta de realismo
fui transportado pela esperança vã
de, algures pelo caminho, te encontrar
e finalmente poder dizer
todas as palavras que me queimam o peito.
Queria, uma vez na vida, ser audaz
gritar, a plenos pulmões, a dor da alma
e assim secar a fantasia destas lágrimas
que, mortas à nascença, eu não soube chorar.
Queria, pelo menos uma vez,
dizer bem alto que sou teu prisioneiro
e que sonho a chegada do momento
em que, de olhos bem abertos,
saberei como te oferecer
a suprema prova de amor.
segunda-feira, 18 de março de 2013
JÁ PASSOU ALGUM TEMPO (inédito)
Já passou algum tempo
desde que te vi a última vez
e custa não ouvir a tua voz
afogar-me no azul dos teus olhos
ou até mesmo
partilhar a tua respiração.
Já passou algum tempo
uma simples eternidade
um piscar de olhos
e a cada segundo sentir
bem fundo na pele, no corpo
a ausência do teu toque.
desde que te vi a última vez
e custa não ouvir a tua voz
afogar-me no azul dos teus olhos
ou até mesmo
partilhar a tua respiração.
Já passou algum tempo
uma simples eternidade
um piscar de olhos
e a cada segundo sentir
bem fundo na pele, no corpo
a ausência do teu toque.
domingo, 17 de março de 2013
UM DIA
Um dia, quando despertares da letargia do sono
e te lembrares da poesia que respirámos juntos
recorda com saudade o meu acordar rubro
e a minha resistência em ser poeta pela manhã.
Um dia, quando te libertares da felicidade do sonho
procura no azul-celeste da tua memória viva
os versos doces que quis escrever no teu corpo
e sente o sal que os meus olhos derramaram
sobre as imaculadas folhas de papel virgem.
Um dia, quando sentires a dureza dos caminhos
e quiseres sarar as cicatrizes da tua existência
reaviva os verdes momentos de esperança
daquelas palavras escritas que um dia te dei.
Um dia, quando confessares a tua essência
e essa verdade que sempre viveu em ti
podes enfantizar as qualidades da poesia
que pensei mas sempre resisti em escrever.
Um dia, depois de ouvires os sinos da partida
e descobrires a cegueira dos meus olhos meigos
aplaude a minha falta de originalidade criativa
e enaltece a forma como lomelinizei a vida.
Este foi o poema que escrevi para a antologia ENTRE O SONO E O SONHO VOL. IV - Chiado Editora - 2013
e te lembrares da poesia que respirámos juntos
recorda com saudade o meu acordar rubro
e a minha resistência em ser poeta pela manhã.
Um dia, quando te libertares da felicidade do sonho
procura no azul-celeste da tua memória viva
os versos doces que quis escrever no teu corpo
e sente o sal que os meus olhos derramaram
sobre as imaculadas folhas de papel virgem.
Um dia, quando sentires a dureza dos caminhos
e quiseres sarar as cicatrizes da tua existência
reaviva os verdes momentos de esperança
daquelas palavras escritas que um dia te dei.
Um dia, quando confessares a tua essência
e essa verdade que sempre viveu em ti
podes enfantizar as qualidades da poesia
que pensei mas sempre resisti em escrever.
Um dia, depois de ouvires os sinos da partida
e descobrires a cegueira dos meus olhos meigos
aplaude a minha falta de originalidade criativa
e enaltece a forma como lomelinizei a vida.
Este foi o poema que escrevi para a antologia ENTRE O SONO E O SONHO VOL. IV - Chiado Editora - 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Mesma tecla (inédito)
Hoje acordei envolto numa tristeza tão grande
que desconfio não existir poema algum
que a possa descrever detalhadamente.
Sinto-me como uma guitarra sem cordas
e por mais que dedale não se ouve um som.
Hoje acordei como um fado melancólico
e não há varina nem calceteiro que me valham.
Mais triste ainda é querer mudar o estado das coisas
e não encontrar as palavras certas,
aquelas que estão entre a lassidão e o ócio
e que poderiam evitar este desconforto
de estar constantemente a carregar na mesma teclaaaaaaaa.
que desconfio não existir poema algum
que a possa descrever detalhadamente.
Sinto-me como uma guitarra sem cordas
e por mais que dedale não se ouve um som.
Hoje acordei como um fado melancólico
e não há varina nem calceteiro que me valham.
Mais triste ainda é querer mudar o estado das coisas
e não encontrar as palavras certas,
aquelas que estão entre a lassidão e o ócio
e que poderiam evitar este desconforto
de estar constantemente a carregar na mesma teclaaaaaaaa.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
No silêncio das estrelas (inédito)
No silêncio que as estrelas proporcionam
encontrei, abertas, as portas do pensamento.
Deixei, ingenuamente, que a ilusão caminhasse
sem conseguir travar os seus passos.
Fui escravo da sua vontade.
Agrilhoado pela falta de realismo
fui transportado pela esperança vã
de, algures pelo caminho, te encontrar
e finalmente poder dizer
todas as palavras que me queimam o peito.
Queria, uma vez na vida, ser audaz
gritar, a plenos pulmões, a dor da alma
e assim secar a fantasia destas lágrimas
que, mortas à nascença, eu não soube chorar.
Queria, pelo menos uma vez,
dizer bem alto que sou teu prisioneiro
e que sonho a chegada do momento
em que, de olhos bem abertos,
saberei como te oferecer
a suprema prova de amor.
encontrei, abertas, as portas do pensamento.
Deixei, ingenuamente, que a ilusão caminhasse
sem conseguir travar os seus passos.
Fui escravo da sua vontade.
Agrilhoado pela falta de realismo
fui transportado pela esperança vã
de, algures pelo caminho, te encontrar
e finalmente poder dizer
todas as palavras que me queimam o peito.
Queria, uma vez na vida, ser audaz
gritar, a plenos pulmões, a dor da alma
e assim secar a fantasia destas lágrimas
que, mortas à nascença, eu não soube chorar.
Queria, pelo menos uma vez,
dizer bem alto que sou teu prisioneiro
e que sonho a chegada do momento
em que, de olhos bem abertos,
saberei como te oferecer
a suprema prova de amor.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Vontade (2011)
Ai que vontade!
De te sussurrar montes e vales
numa promessa de tempo
deitados num mar de golfinhos.
Ai que vontade!
De te falar das minhas fases de lua
e ouvir os teus cantos de céu
nas vozes trémulas dos anjos.
Ai que vontade!
De perder toda a consciência
no leito macio de um bosque
e aí depositar um beijo quente.
Ai que vontade!
De me fundir em ti num abraço eterno.
Percorrer as estradas do teu corpo
como um vagabundo sem mapa.
Ai que vontade!
De deitar a cabeça na fonte do teu ventre
deixar-me afogar na tua seiva
e respirar a vida pela primeira vez.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Um dia (inédito)
Um dia, quando despertares da letargia do sono
e te lembrares da poesia que respirámos juntos
recorda com saudade o meu acordar rubro
e a minha resistência em ser poeta pela manhã.
Um dia, quando te libertares da felicidade do sonho
procura no azul-celeste da tua memória viva
os versos doces que quis escrever no teu corpo
e sente o sal que os meus olhos derramaram
sobre as imaculadas folhas de papel virgem.
Um dia, quando sentires a dureza dos caminhos
e quiseres sarar as cicatrizes da tua existência
reaviva os verdes momentos de esperança
daquelas palavras escritas que um dia te dei.
Um dia, quando confessares a tua essência
e essa verdade que sempre viveu em ti
podes enfantizar as qualidades da poesia
que pensei mas sempre resisti em escrever.
Um dia, depois de ouvires os sinos da partida
e descobrires a cegueira dos meus olhos meigos
aplaude a minha falta de originalidade criativa
e enaltece a forma como lomelinizei a vida.
e te lembrares da poesia que respirámos juntos
recorda com saudade o meu acordar rubro
e a minha resistência em ser poeta pela manhã.
Um dia, quando te libertares da felicidade do sonho
procura no azul-celeste da tua memória viva
os versos doces que quis escrever no teu corpo
e sente o sal que os meus olhos derramaram
sobre as imaculadas folhas de papel virgem.
Um dia, quando sentires a dureza dos caminhos
e quiseres sarar as cicatrizes da tua existência
reaviva os verdes momentos de esperança
daquelas palavras escritas que um dia te dei.
Um dia, quando confessares a tua essência
e essa verdade que sempre viveu em ti
podes enfantizar as qualidades da poesia
que pensei mas sempre resisti em escrever.
Um dia, depois de ouvires os sinos da partida
e descobrires a cegueira dos meus olhos meigos
aplaude a minha falta de originalidade criativa
e enaltece a forma como lomelinizei a vida.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Vontade (inédito)
Ai que vontade!
De te sussurrar montes e vales
numa promessa de tempo
deitados num mar de golfinhos.
Ai que vontade!
De te falar das minhas fases da lua
e ouvir os teus cantos de céu
nas vozes trémulas dos anjos.
Ai que vontade!
De perder toda a consciência
no leito macio de um bosque
e aí depositar um beijo quente.
Ai que vontade!
De me fundir em ti num abraço eterno.
Percorrer as estradas do teu corpo
como um vagabundo sem mapa.
Ai que vontade!
De deitar a cabeça na fonte do teu ventre
deixar-me afogar na tua seiva
e respirar a vida pela primeira vez.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Toque (inédito)
Nas sombras do recato
deste-me a tua mão
despida de adornos.
Entrelaçámos os dedos
e na macieza do meu toque
senti o contacto da tua pele
que é minha.
No sabor dos teus lábios
encontrei os postigos dos meus olhos
e cego de sentidos
vislumbrei o teu corpo nu.
Na sonoridade do teu desejo
descobri a dor prazerosa
de te possuir inteira
sem te ter.
Mas certo da redenção
no azul das tuas curvas
ressuscitarei.
domingo, 21 de novembro de 2010
Assim me dou
Tenho uma paixão e não guardo segredo
tenho na veia palavras que correm
e não me incomodo ao sangrar.
Sou dador de versos que partilho
sentimentos que vos ofereço
sou um livro aberto.
Sou poesia ou talvez não
dou o que quero e posso
letras, palavras, frases, versos, ideias.
Sou uma história que relata
emoções à flor da pele
sentimentos na ponta da língua.
A minha voz é muda e ecoa em vossos olhos
vocês lêem os meus lábios
ficam com uma imagem do que sou
ficam com uma ideia do que quero
ficam a saber o que penso.
Faço da poesia o meu grito de revolta
escrevo a minha presença no mundo
rasgo-me em pedaços de sentido
dou-me retalhado mas compreensível.
Assim deixo ao mundo o meu legado
herança maior do que a que me foi deixada
tudo isto partilho e vos deixo
sem testamento ou últimas vontades.
IN... AMADOR DO VERSO - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
tenho na veia palavras que correm
e não me incomodo ao sangrar.
Sou dador de versos que partilho
sentimentos que vos ofereço
sou um livro aberto.
Sou poesia ou talvez não
dou o que quero e posso
letras, palavras, frases, versos, ideias.
Sou uma história que relata
emoções à flor da pele
sentimentos na ponta da língua.
A minha voz é muda e ecoa em vossos olhos
vocês lêem os meus lábios
ficam com uma imagem do que sou
ficam com uma ideia do que quero
ficam a saber o que penso.
Faço da poesia o meu grito de revolta
escrevo a minha presença no mundo
rasgo-me em pedaços de sentido
dou-me retalhado mas compreensível.
Assim deixo ao mundo o meu legado
herança maior do que a que me foi deixada
tudo isto partilho e vos deixo
sem testamento ou últimas vontades.
IN... AMADOR DO VERSO - EMANUEL LOMELINO - TEMAS ORIGINAIS
sábado, 6 de novembro de 2010
Diz-me
Olhaste-me bem fundo nos olhos
viste a transparência da minha alma
e ficaste a saber a verdade que ocultei.
Foste mais além na forma de ver
desnudaste os meus pensamentos
e descobriste o que nunca te disse.
Vislumbraste o amor que sinto
e finalmente percebeste a minha dor
causadora de tanto sofrimento.
Vasculhaste os meus segredos
ficaste a saber porque me silenciei
e as razões da minha partida.
Agora, acossado pela dúvida do que afirmo
peço apenas que me digas uma palavra
diz-me simplesmente uma palavra
diz-me que sabes que te amo.
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